1 de dez de 2014

Visual Kei!!!

Hi Minna!!
Genki?Então quem viu minha postagem sobre a banda de  J-rock,Nightmare sabe que eu falei que ia explicar o que era Visual Kei.

Visual Kei  ou Visual Rock, é um movimento musical japones que surgiu no Japão na década de 1980.
Consiste na mistura de diversas vertentes musicais do rock (como metal e punk),uma das peculiaridades desse movimento é a ênfase na aparência de seus artistas, muitas vezes extravagante, outras vezes mais leve, mas quase sempre misturada com a androginia, e shows chamativos. No visual kei a música anda sempre ao lado da imagem e vice-versa.Algumas bandas consideradas pioneiras do visual kei são, X Japan,D, D’Erlanger, Nightmare, Dead End, Buck-Tick, Kamaitachi e Color. O movimento teve seu auge em meados da década de 1990, quando bandas como Buck-Tick, X Japan, Luna Sea, Kuroyume, Malice Mizer, Shazna e outras conquistaram o público e o mercado japonês. Mais tarde, durante os anos 2000, bandas como the GazettE, Nightmare, Moi dix Mois, D'espairsRay, BLOOD, Art Cube, Kagerou, Kagrra,, Onmyo-Za e Alice Nine iniciaram campanhas oficiais na Europa e em alguns países das Américas, lugares onde hoje em dia também já existe uma base sólida de fãs do movimento.

Principais subgêneros

É dito que o visual kei têm várias vertentes, porém muitas delas são termos utilizados por fãs dos estilo, sendo que apenas poucos termos são associados como subgêneros do movimento. Muitas bandas são também arbitrariamente associadas a determinados estilos, apesar de nunca terem assumido o rótulo ou sequer se parecerem com bandas que assumiram o rótulo (exemplo: Dir en grey erroneamente associado ao eroguro kei). Abaixo, algumas informações mais concretas sobre o assunto.

Nagoya kei

Um dos termos genéricos usados para designar as bandas de visual kei cujas atividades se concentram nos arredores de uma determinada cidade ou região japonesas, no caso, Nagoya. O exemplo mais representativo do nagoya kei é Kuroyume. Essas bandas ganharam força por volta de 1990 e prosperaram no cenário de gravadoras independentes. Também houve diversas bandas que atuaram no cenário das grandes gravadoras, mas como a popularidade do visual kei começava a diminuir rapidamente, também houve diversas bandas que duraram pouco tempo. Também há bandas que continuaram atuando mesmo após a queda da popularidade do visual rock, tais como ROUAGE, Laputa e FANATIC◇CRISIS.

Há diversas bandas que se aproximam dos gêneros kotevi e kurofuku kei, mas em relação à música, os grupos costumam desenvolver sonoridades próprias. A tendência de pessoas de Nagoya não simpatizarem com pessoas da região de Kanto, particularmente da cidade de Tóquio, teria feito com que essas bandas atuassem próximas uma das outras, o que pode ter contribuído para um ambiente mais fechado, onde as características peculiares desse estilo puderam tomar forma.

Oshare kei

Encaixam-se neste rótulo bandas que se vestem com roupas "fashion" (com mais pormenores e mais vistosas). Esses grupos explodiram na cena indie entre 2002 e 2004. Diz-se que este movimento tem suas raízes nos trabalhos do baroque.
No oshare kei, é comum ouvir composições mais pop e "coloridas" do que as de outras bandas, incorporando uma tendência de um ritmo mais animado. Bandas representativas são AN CAFE, Ayabie, Charlotte, Aicle, SuG, entre outras.

Visual kei no Brasil

No Brasil, existem vários fãs de visual kei que, além do visual rock, se interessam também por outras formas de rock japonês. Em 2006, o evento J's Fest II (Japan Song Fest II) atraiu 1.500 visitantes ao Circo Voador, no Rio de Janeiro, que prestigiaram, entre outras atrações, bandas nacionais inspiradas por artistas do visual kei e do j-rock. Diversos eventos de natureza semelhante ocorrem em diversas regiões do país frequentemente.

O primeiro show de visual kei do Brasil foi anunciado com as bandas Charlotte e Hime Ichigo, em um evento chamado J-Rock Rio, previsto para acontecer no Rio de Janeiro no dia 5 de agosto de 2007. Porém, o festival foi cancelado por problemas de organização que incluíam o desconhecimento da existência do evento por parte da casa anunciada como local para os shows, o Scala Rio. Até mesmo as bandas que viriam para se apresentar não foram avisadas do cancelamento do J-Rock Rio. Algumas semanas depois, a Yamato Comunicações e Eventos anunciou uma parceria com o site JaME Brasil (Jmusic America - Brasil) para produzir um show do Charlotte em São Paulo e outro no Rio de Janeiro, ambos em novembro de 2007. Segundo números divulgados na comunidade "J-Rock ~ Visual Kei", no Orkut, por David Denis (membro da equipe da Yamato), compareceram no show de São Paulo cerca de 1100 pessoas e, no show do Rio de Janeiro, cerca de 600 pessoas.

Pronto tá tudo explicadinho agora,para aqueles que leram tudo parabéns vocês tem muita coragem,tentei deixar o post o menos possível.Se vocês lerem só o primeiro paragrafo já da para entender o que é Visual Kei,então espero que vocês tenham gostado da postagem e não tenham achado ela chata.Sayonara!!

2 comentários:

  1. Eu acho o visual kei muito interessante, esse é um dos motivos de eu adorar o j-rock...
    Meu grupo favorito de j-rock é o The Gazette, acho que eles me chamaram mais atenção por causa do estilo e visual deles...

    Adorei o post!

    ~kissus

    quase-otome.blogspot.com.br

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    1. Eu também acho muito legal o estilo Visual Kei,o meu grupo favorito é o Nightmare amo as musicas deles.Que bom que gostou do post espero fazer mais assim.Kissus!!!

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